22/04/2015

Festival Nacional do Choro – Rio de Janeiro (RJ)

Semana que vem o Rio de Janeiro ganha de presente o Instituto Casa do Choro, um espaço inteiramente dedicado ao gênero musical. Os “donos de casa” são um incrível time de músicos que já promovia a Escola Portátil de Música: Luciana Rabello, Mauricio Carrilho, Pedro Aragão, Celsinho Silva, Jayme Vignoli e Paulo Aragão. Este novo espaço que promete ser uma referência cultural da cidade. Agora o assunto é o “festivalzinho” que eles resolveram promover para celebrar o novo espaço: o “VI Festival Nacional do Choro“.

Será uma série de shows espetaculares na Praça Tiradentes, nos dias 25 (sábado) e 26 (domingo). Músicos de todo o Brasil vão se apresentar. Vamos passar o dia todo ouvindo música de primeira. E de graça!

Veja aí abaixo a programação. É melhor nem tentar selecionar, vá para a Praça no primeiro show e passe o dia todo por lá.

Sábado

Choro na Feira (RJ)

Nascido e criado no bairro das Laranjeiras, zona sul do Rio de Janeiro, no coração da feira livre que movimenta as manhãs de sábado na rua General Glicério, o Choro na Feira se tornou patrimônio cultural dessa comunidade. O grupo conseguiu trazer o choro para a rua — um espaço essencialmente democrático.

Marcelo Bernardes – sax tenor e clarinete
Franklin da Flauta – flauta
Ignez Perdigão – cavaquinho
Domingos Teixeira (Bilinho) – violão
Matias Corrêa – contrabaixo
Clarice Magalhães – pandeiro e percussão

Data: 25/04 – Praça Tiradentes
Horário: 14h

Humberto Araújo e Quarteto: Zé Paulo Becker, Manoela Marinho, Paulino Dias e Zero (RJ)

A apresentação do “Humberto Araújo Quarteto” pretende ser uma extensão de seu elogiado CD, “Choro Criolo”, de 2004: choros menos frequentes do repertório das tradicionais “rodas”, temperados no balanço das gafieiras e improvisações características. Para isso Humberto Araújo reúne um regional de chorões, grandes amigos, parceiros de longas datas, em gravações, shows pelo Brasil e, principalmente, de antológicas rodas de choro.

Humberto Araújo – sopros
Zé Paulo Becker – violão
Manoela Marinho – cavaquinho
Paulino Dias – percussão
Zero – percussão

Data: 25/04 – Praça Tiradentes
Horário: 15h

Galo Preto convida Luiz Otávio Braga (RJ)

Comemorando 40 anos em 2015 – um recorde na história dos conjuntos de choro – o Galo Preto marca sua importância no cenário musical pela coerência de não abrir mão das suas marcas registradas: o repertório original e a incessante preocupação em mostrar que o choro é um gênero vivo. Atualmente dedica-se às filmagens do longa-metragem “Cantando de Galo”, do diretor Carlos Camacho, que conta a trajetória do grupo. Eles convidam o violonista, professor e compositor Luiz Otávio Braga para uma participação especial. Luiz foi fundador do conjunto e tem uma longa folha de serviços prestados à música brasileira.

Luiz Otávio Braga – violão
Afonso Machado – bandolim e direção musical
Alexandre Paiva – cavaquinho
Tiago Machado – violão
Diego Zangado – bateria e percussão
José Maria Braga – flauta

Data: 25/04 – Praça Tiradentes
Horário: 16h

Água de Moringa e Joel Nascimento (RJ)

Com 25 anos de atividade, Água de Moringa homenageia o mestre do improviso e grande nome do bandolim, Joel Nascimento – personagem do quarto CD do grupo lançado em 2009, “Obrigado Joel”.

Joel Nascimento – bandolim
Rui Alvim – clarinete e clarone
Marcílio Lopes – bandolim e violão tenor
Jayme Vignoli – cavaquinho
Luiz Flávio Alcofra – violão
Josimar Gomes Carneiro – violão 7 cordas
André Boxexa – percussão e bateria

Data: 25/04 – Praça Tiradentes
Horário: 17h

Camerata Brasilis e Teca Calazans (RJ/PE)

Formada em 2008 por músicos atraídos pelo fundamento e liberdade da linguagem do choro, o grupo conta com uma formação versátil, que transita facilmente pelas diversas formações típicas da música instrumental brasileira, como os regionais, as bandas do interior e os conjuntos de cordas dedilhadas. “Suíte Popular” é o mais novo projeto da Camerata Brasilis, que tem a honra de apresentá-lo em parceria com a cantora pernambucana – radicada na França – Teca Calazans.

Maria Souto – sopros
Aline Gonçalves – sopros
Vitor Macedo – clarinete
Luis Barcelos – bandolim
Marcos Tannuri – cavaquinho
João Gabriel Souto – violão
Glauber Seixas – violão
Pedro Aune – contrabaixo
Gabriel Leite – percussão
Teca Calazans – voz

Data: 25/04 – Praça Tiradentes
Horário: 18h

Marco César, Henrique Annes e João Lyra (PE/AL)

Três músicos nordestinos que representam parte da riqueza musical da região com
larga experiência na prática e no ensino do choro com inúmeras contribuições para a divulgação e perpetuação do gênero. Ambos atuam como produtores fonográficos, apresentando composições e arranjos autorais produzidos para diferentes formações instrumentais, com características significativas influenciadas pela linguagem musical erudita e popular do nordeste brasileiro.

Marco César – bandolim
Henrique Annes – violão
João Lyra – violão
Magno Júlio – percussão

Data: 25/04 – Praça Tiradentes
Horário: 19h

Izaias Bueno, Israel Bueno, Regional Imperial, Reco do Bandolim e Déo Rian (SP/DF/RJ)

Pela dedicação, trajetória e idealismo, Izaias e Israel são indiscutivelmente um patrimônio da música popular brasileira. Reco do Bandolim atualmente é o líder do movimento do choro em Brasília, onde fundou o Clube do Choro e a Escola de Choro Raphael Rabello, com dedicação exemplar. Déo Rian conta com mais de 40 anos de carreira e é um dos mais respeitados solistas do Brasil. Em 1970, foi o sucessor de Jacob do Bandolim no conjunto Época de Ouro. O Regional Imperial foi criado a partir da reunião de quatro talentosos jovens músicos e será o responsável pelo acompanhamento desses grandes nomes do choro, missão que cumpre com louvor.

Izaias Bueno – bandolim
Déo Rian – bandolim
Reco do Bandolim – bandolim
Israel Bueno – violão 7 cordas
João Camarero – violão 7 cordas
Junior Pita – violão
Lucas Arantes – cavaquinho
Rafael Toledo – pandeiro

Data: 25/04 – Praça Tiradentes
Horário: 20h

Alessandro Penezzi, Rogério Caetano e Bebê Krammer (SP/GO/RS)

Rogério Caetano é considerado um virtuose do violão de 7 cordas. Trilhando seu caminho musical desde criança, tendo sempre o choro e o samba como suas principais referências e ocupando hoje lugar de destaque no cenário do violão brasileiro. O também violonista Alessandro Penezzi é natural de Piracicaba – SP e integrou importantes grupos instrumentais brasileiros como regional do flautista Carlos Poyares, Trio Quintessência, Grupo Choro Rasgado, Projeto Violões do Brasil, duo com maestro Laércio de Freitas e trio com Yamandu Costa. O acordeonista Bebê Krammer é uma das revelações da música instrumental do Brasil. Ele tira do instrumento solos de bom gosto e criatividade e compõe com clareza uma nova música usando a expressão da sua fronteira inicial que é o Rio Grande do Sul.

Rogério Caetano – violão de 7 cordas
Alessandro Penezzi – violão
Bebê Krammer – acordeão

Data: 25/04 – Praça Tiradentes
Horário: 21h

Os Matutos e Leonardo Miranda (RJ)

Nascidos em Cordeiro, na Serra Fluminense, os integrantes do grupo iniciaram suas trajetórias musicais através da banda da cidade, a Sociedade Musical Fraternidade Cordeirense e aprofundaram seu estudo musical na Escola Portátil de Música, na qual ingressaram no ano 2000. Para o espetáculo, além de apresentarem composições e arranjos próprios, Os Matutos convidam Leonardo Miranda (flauta) e Thiago Osório (tuba) – ambos professores da Escola Portátil de Música – para reviver os tempos de banda tocando um repertório de choros, polcas e maxixes.

Everson Moraes – oficleide
Aquiles Moraes – trompete e flugelhorn
Tadeu Santinho – flauta e flautim
Marlon Júlio – violão de 7 cordas
Pablo Carrilho – violão de 6 cordas
Lucas Oliveira – cavaquinho
Maycon Júlio – bandolim
Marcus Thadeu – percussão
Magno Júlio – percussão
Thiago Osório – tuba
Leonardo Miranda – flauta e flautim

Data: 25/04 – Praça Tiradentes
Horário: 22h

Domingo

 

Época de Ouro (RJ)

O Conjunto Época de Ouro representa o choro genuíno dos tempos em que o rádio era o maior veículo de comunicação no Brasil e a música instrumental brasileira enchia os lares. Fundado em 1964 por Jacob do Bandolim, o grupo tem uma carreira sólida construída com diversos espetáculos por todo o país levando às plateias arranjos elaborados interpretados com maestria por componentes exigentes. Desde 2005 realiza um programa semanal ao vivo na Rádio Nacional do Rio de Janeiro.

Jorginho do Pandeiro – pandeiro
Ronaldo do Bandolim – bandolim
Antonio Rocha – flauta
Jorge Filho – cavaquinho
Toni – violão 7 cordas
André Bellieny – violão

Data: 26/04 – Praça Tiradentes
Horário: 11h

Nó em Pingo D’água convida Eduardo Silva (RJ)

Nos seus mais de 30 anos de atuação, definiu uma nova linguagem para a interpretação do choro e da música carioca. Com seis álbuns gravados e diversos prêmios, há alguns anos trabalha repertório autoral. Tem atuado bastante – no Brasil e exterior – ao lado de artistas como Paulinho da Viola, Ivan Lins, Leila Pinheiro, Moraes Moreira, Cristóvão Bastos, Guinga e Ney Matogrosso. O encontro conta ainda com duas gerações de uma família de pandeiristas: Celsinho Silva e Eduardo Silva – pai e filho.

Celsinho Silva – pandeiro e percussão
Mário Seve – sax e flauta
Rodrigo Lessa – bandolim
Rogério Souza – violão
Eduardo Silva – pandeiro

Data: 26/04 – Praça Tiradentes
Horário: 12h

Trio Madeira Brasil e Henrique Cazes (RJ)

Reunindo três amigos em torno de uma proposta artística ousada: fazer uma música ao mesmo tempo calorosa e bem acabada, o conjunto carioca de cordas traz um repertório tão precioso quanto eclético, representando o que há de melhor na cultura brasileira, e atento a manifestações de outras culturas. Henrique Cazes tem uma ligação com o grupo há mais de 15 anos. Com o violonista Marcello Gonçalves, seguiu com vários projetos como os quatro CDs da série “Beatles n’Choro” e mais “Uma história do Choro” e “Tudo é Choro”.

Zé Paulo Becker – violão de 7 cordas
Marcello Gonçalves – violão
Ronaldo do Bandolim – bandolim
Henrique Cazes – cavaquinho

Data: 26/04 – Praça Tiradentes
Horário: 13h

Mauricio Carrilho convida

A apresentação marca o encontro de várias gerações do choro tendo como anfitrião o mestre Mauricio Carrilho. Ele e Pedro Aragão são coordenadores da Escola Portátil de Música e responsáveis ao lado de Luciana Rabello pela Casa do Choro. Marcelo Caldi lançou em 2012 o livro/disco “Tem sanfona no choro”, editado pelo Instituto Moreira Salles com apoio da Funarte. A jovem e talentosa violonista Paula Borghi é de Santo André – SP. O flautista Dudu Oliveira é filho de Dudu do Cavaco e é considerado um dos mais virtuosos instrumentistas do gênero, assim como Paulo Sérgio Santos no clarinete – um mestre e referência no instrumento. Bidu Campeche é um habilidoso percussionista de Florianópolis – SC. O violonista Henrique Neto, que dirige a Escola de Choro Rafael Rabello de Brasília – vem somar talento a este encontro de craques.

Mauricio Carrilho – violão
Pedro Aragão – bandolim
Dudu Oliveira – flauta
Paula Borghi – violão
Paulo Sérgio Santos – clarinete
Marcelo Caldi – acordeão
Henrique Neto – violão
Bidu Campeche – pandeiro

Data: 26/04 – Praça Tiradentes
Horário: 14h

Quarteto Maogani (RJ)

O quarteto de violões criado em 1995 é um dos grupos instrumentais mais conceituados no cenário musical popular brasileiro. Vencedor de diversos prêmios (Prêmio TIM 2005, Prêmio Rival-BR 2004, Prêmio Caras 2002), o grupo se destaca por sua produção fonográfica de alta qualidade e presença constante em shows no Brasil e no exterior.

Violões:
Sérgio Valdeos
Paulo Aragão
Carlos Chaves
Marcos Alves

Data: 26/04 – Praça Tiradentes
Horário: 15h

Luciana Rabello, Cristóvão Bastos, Pedro Amorim convidam Julião Pinheiro, Magno Julio e Marijn Van der Linden (RJ/Holanda)

Um grande encontro de mestres e veteranos: Luciana Rabello, Cristóvão Bastos e Pedro Amorim. Como convidados, dois dos mais destacados jovens da nova geração, Julião Pinheiro e Magno Julio. Participação especial de Marijn Van der Linden, representante ilustre do choro internacional – diretamente da Holanda!

Luciana Rabello – cavaquinho
Cristóvão Bastos – piano
Pedro Amorim – bandolim
Julião Pinheiro – violão de 7 cordas
Magno Julio – percussão
Marijn Van der Linden – cavaquinho

Data: 26/04 – Praça Tiradentes
Horário: 16h

Regional Carioca e Amelia Rabello (RJ)

Um dos mais jovens conjuntos de choro do Rio de Janeiro, o Regional Carioca foi fundado em 2002 com um objetivo específico: dar continuidade ao trabalho dos conjuntos ‘Época de Ouro’ e ‘Regional do Canhoto’ – as maiores referências na matéria. O conjunto tem dois CDs lançados pela gravadora Acari Records. Com mais de 40 anos de carreira, a cantora e professora da Escola Portátil de Música, Amelia Rabello representa o que há de melhor na escola do canto popular brasileiro. Além de incontáveis gravações em trabalhos variados, tem cinco discos solo lançados com repertório irretocável que revelou significativa produção da música popular contemporânea. Foi homenageada por Caetano Veloso com o “Samba pra Amelia” e por Paulo Cesar Pinheiro e Luiz Moura com o choro “Pássaro Sem Bando”.

Amelia Rabello – voz
Ana Rabello – cavaquinho
Marcus Thadeu – pandeiro
Julião Pinheiro – violão 7 cordas
Rafael Malmith – violão
Tiago Souza – bandolim
Glauber Seixas – violão

Data: 26/04 – Praça Tiradentes
Horário: 17h

Proveta, Toninho Carrasqueira e Pedro Paes (SP/RJ)

O clarinetista, saxofonista compositor e arranjador paulista Nailor Proveta é destaque na galeria dos principais músicos do Brasil. Integrante da Banda Mantiqueira, indicada ao prêmio Grammy na categoria de Melhor Performance de Jazz Latino em 1998, lançou com os amigos do choro no Rio de Janeiro duas edições do disco “Brasileiro Saxofone” pela Acari Records. Já Toninho Carrasqueira nasceu numa família musical. Seu pai, João Dias, foi considerado um dos maiores flautistas e um dos grandes professores brasileiros. O músico estudou durante anos na Europa e hoje leciona na Universidade de São Paulo. Compositor e arranjador, Pedro Paes é integrante do Sexteto Mauricio Carrilho e responsável pelo ensino do clarinete na Escola Portátil de Música.

Nailor Proveta – clarinete e saxofone
Toninho Carrasqueira – flauta
Pedro Paes – clarinete

Data: 26/04 – Praça Tiradentes
Horário: 18h

Zé da Velha e Silvério Pontes (RJ)

O trombonista Zé da Velha é considerado um elo entre duas gerações: a de Pixinguinha (e a Velha Guarda) e a atual. Seu parceiro é o trompetista Silvério Pontes. Juntos há mais de 20 anos, os dois são “figurinhas carimbadas” no cenário da música instrumental brasileira, com um repertório vibrante e criativo que vai do choro ao samba, passando pelo maxixe.

Zé da Velha – trombone
Silvério Pontes – trompete
Charlles da Costa – violão
Alessandro Cardozo – cavaquinho
Alexandre Maionese – flauta
Netinho Albuquerque – pandeiro
Rodrigo Jesus – percussão

Data: 26/04 – Praça Tiradentes
Horário: 19h

Hamilton de Holanda (DF) | Yamandu Costa (RS)

A ideia destes dois craques de carreira internacional e seus emblemáticos instrumentos – bandolim de 10 cordas e violão de 7 cordas, respectivamente, é semear a música em sua excelência. É uma longa história de amizade pessoal e musical. Em 2010 lançaram o disco autoral Luz da Aurora, inspirado em nomes como Pixinguinha, Villa- lobos, Jacob do Bandolim, Raphael Rabello, Radamés Gnattali, Tom Jobim, Hermeto Pascoal e Egberto Gismonti. No mesmo ano, o álbum foi indicado ao Latin Grammy de melhor disco instrumental.

Data: 26/04 – Praça Tiradentes
Horário: 20h | 20h30

Furiosa Portátil (RJ)

Criada em 2005, é um orquestra popular formada por alunos, ex-alunos e professores da Escola Portátil de Música. Sob regência de Pedro Aragão, a Furiosa tem como principal objetivo mostrar a linguagem orquestral do choro, dando continuidade ao trabalho iniciado por compositores e arranjadores importantes como Pixinguinha, César Guerra-Peixe e Radamés Gnattali. Além disso, procura interpretar obras de compositores da atualidade, visando à renovação do repertório e à procura por novos caminhos dentro da linguagem do choro.

Pedro Aragão – Regência
Antonio Rocha e Naomi Kumamoto – flautas
Pedro Paes e Vitor Macedo – clarinetas
Rui Alvim e Diego Terra – sax altos
Denize Rodrigues e Vinícius Macedo – sax tenores
Aquiles Morais e Nailson Simões – trompetes
Everson Morais e Thiago Osório – trombones
Jayme Vignoli – cavaquinho
Lucas Porto – violão
Jorge Oscar – contrabaixo
Oscar Bolão, Marcus Thadeu e Magno Júlio – percussão

Data: 26/04 – Praça Tiradentes
Horário: 21h

Extraído de www.samba-choro.com.br – Paulo Eduardo Neves

 

Tags: choro / Festival / grátis / Pixinguinha / praça / Tiradentes /
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