O que é que eu faço

José Ribamar & Dolores Duran

Samba da parceria José Ribamar – Dolores Duran, cuja primeira gravação apareceu somente dois anos após a morte da compositora de “A noite do meu bem” (1961), na voz de Isaura Garcia, integrando o LP “A pedida é samba” (ouça adiante!). Em junho de 1962, saiu pela Chantecler o registro de Leila Silva, disco 78-0612-B, matriz C8P-1224, incluído também no LP “Novamente Leila”, do ano seguinte (confira em ‘O tempo não apagou’).

Extraído de Samuel Machado Filho

Isaura Garcia(1961)

 

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É interessante que ‘O que é que eu faço?’ foi lado B de ‘Meu amor pertence a outra’, balada calcada em cima de um minueto de Beethoven. As rádios de São Paulo tocaram a balada, mas as do Rio de Janeiro tocaram ‘O que é que eu faço?’, o samba de Dolores e Ribamar. Acho que os cariocas tiveram mais gosto que os paulistas.

Extraído de Carlus Maximus.

 

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Uma curiosidade cerca a origem desta música – “O que é que eu faço”.

Quando Dolores Duran faleceu, em 1959, deixou escrito os versos de três canções com sua grande amiga Marisa “Gata Mansa” – “Ternura antiga”, “Quem sou eu?” e “O que é que eu faço”. Essas canções foram musicadas pelo grande pianista, compositor e maestro José Ribamar e só foram conhecidas, portanto, após a morte de Dolores.

Extraído de Cristina Caldas

 

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Assim como a canção de autoria de José Ribamar & Dolores Duran recebeu inúmeras gravações (confira em ‘O tempo não apagou’), o tema “O que é que eu faço” dá nome a outras tantas (confira em ‘O poder da criação’).

 

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