O velhinho

Octávio Babo Filho

Valsa natalina clássica e até hoje muito conhecida e regravada, de autoria de Otávio Babo Filho, primo do compositor Lamartine Babo. Registro Odeon de João Dias e Edith Falcão, em dueto, acompanhados pela orquestra e coro de Oswaldo Borba, feito em 30 de novembro de 1953, mas estranhamente só lançado em janeiro de 54, no 78 rpm n. 13592-B, matriz 9988 (ouça adiante!). Esta gravação, relançada em 1964 no compacto duplo “Feliz Natal e adeus ano velho”, n. 7BD-1097, como faixa de encerramento, permaneceu vários anos em catálogo. Direitos fonográficos reservados à Universal Music Ltda. ISWC: T-039008983-4.

Extraído de Samuel Machado Filho

Joao Dias & Edith Falcao & Oswaldo Borba e sua Orquestra e Coro(1953)

 

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Octávio Babo Filho. Sua atuação na música popular brasileira ficou marcada pela canção de natal “O velhinho”, defendida em concurso natalino pelo cantor João Dias e classificada em terceiro lugar. A composição no entanto alcançou grande aceitação popular e se tornou um clássico do repertório natalino, cujos versos famosos diziam: “Botei meu sapatinho/Na janela do quintal/Papai Noel deixou/Meu presente de natal”.

Em 1953, a valsa “O velhinho” foi gravada por João Dias em dueto com Edith Falcão na Odeon.

Extraído de http://dicionariompb.com.br/

 

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Em 4/12/2010

O Velhinho

Dezembro é sempre assim: muitas luzes brilhando, árvores, guirlandas, presépios, presentes e outras tradições, além de música, muita música. E algumas canções dessa época se tornam clássicos, como já comentado em anos anteriores, tornando-se atemporais. É o caso de “O velhinho”, canção já interpretada por artistas como Simone, Fernanda Takai, Chitãozinho e Xororó e Roupa Nova.

A figura do Papai Noel é das mais populares no mundo e reside em uma fantasia que agrada a muitos e desagrada a outros. Polêmicas à parte, sabemos que infelizmente não é bem como a letra fala, pois para os mais pobres não existe a ilusão que a outros até faz bem escrever ao bom velhinho Noel e esperar que na véspera do Natal, ele apareça e se lembre dos que mantiveram bom comportamento.

Também não acho que deveriam se misturar o lado religioso com o lado da ilusão do bom velhinho que só faz bem às crianças que recebem sua visita, pois dizem que a figura do Noel se inspirou em São Nicolau Taumaturgo, que no ano 300 na Turquia, presenteava as pessoas com sacos colocados na chaminé. E “O velhinho” é um dos clássicos natalinos brasileiros, pois seu compositor é carioca.

Extraído de http://everaldofarias.blogspot.com.br/

 

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O Velhinho
O advogado e poeta carioca Octavio Babo Filho (1915-2003) era primo do consagrado Lamartine Babo (“O teu cabelo não nega”).A valsa “O Velhinho”, que inscreveu o nome de Octavio na história da música popular brasileira, foi composta em 1953 para um concurso de canções natalinas. Defendida pelo cantor João Dias, a música ficou em terceiro lugar, mas obteve consagração nacional a partir de 1954, quando Dias gravou-a pela Odeon, em dueto com Edith Falcão.Ao longo de meio século “O velhinho” teve versões gravadas por Carlos Galhardo, Altamiro Carrilho, Dominguinhos, Simone, Roupa Nova, Sandy e Fernanda Takai (Pato Fu), entre outros.

Extraído de http://www.ilhacap.com.br/

 

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JOÃO MÁXIMO

Exemplo mais recente, o da valsa intitulada “O velhinho”, agradecendo ao próprio (Papai Noel) por não se esquecer de ninguém, talvez seja tão ou mais ouvida nestes dias do $”Boas festas”: “Botei meu sapatinho/ Na janela do quintal…”. Com música e letra de Otávio Babo Filho, é uma exceção. Pelo sucesso e pelo otimismo.

Extraída de http://oglobo.globo.com/

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