Prelúdio prá ninar gente grande
Gravação Copacabana, lançada por volta de abril de 1962 no 78 rpm n.o 6382-A, matriz M-3276, sendo também faixa de abertura do LP “Encontro com Luiz Vieira” (ouça adiante!). Nessa época, para dar conta de seus programas na televisão, em várias capitais, Luiz vivia voando. Além do desgaste das viagens e das apresentações, não havia como escapar das recepções dos amigos e passeios. Tirava seus cochilos no avião Viscount, da VASP (Viação Aérea São Paulo), cujas asas oscilavam como as de um passarinho e as turbinas roncavam em escala cromática, segundo lhe parecia. Juntando tudo, Luiz Vieira compôs mais este clássico de sua obra e da MPB.
Extraído da “Minhateca” de Samuel Machado Filho.
Luiz Vieira(1962)
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Um dos maiores sucessos de Luíz Vieira é “Prelúdio para ninar gente grande”, mais conhecido como “Menino passarinho” em razão do verso “sou menino passarinho com vontade de voar”. Tal como “Menino de Braçanã” outro êxito de Vieira (confira em ‘A canção contada’, clicando aqui), “Menino passarinho” é uma canção sentimental, de letra meio pitoresca (“Quando estou nos braços teus / sinto o mundo bocejar”), mas que também sugere um clima místico-romântico acentuado pela interpretação contrita do autor, a melhor entre as várias versões gravadas (confira em ‘O tempo não apagou’, clicando aqui) (A Canção no Tempo – Vol. 2 – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello – Editora 34).
Extraído de http://cifrantiga3.blogspot.com.br
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“Prelúdio pra ninar gente grande”, também conhecida como “Menino passarinho”, nasceu em 1962 num voo de Recife para Salvador, e foi escrita como um presente para uma musa que Luiz Vieira tinha na Bahia.
4 de nov. de 2024
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Acolhimento e ternura em “Prelúdio para ninar gente grande”
“Prelúdio para ninar gente grande”, interpretada por Fagner (confira em “O tempo não apagou”, clicando aqui) , explora como o amor pode trazer leveza e conforto mesmo para adultos. O título já sugere que a canção é um convite ao aconchego, não apenas para crianças, mas para todos que precisam de cuidado e proteção, independentemente da idade. A metáfora “menino passarinho” mostra como o afeto pode devolver ao adulto a sensação de liberdade e tranquilidade da infância, acalmando inquietações profundas.
A letra cria um clima de intimidade e paz, especialmente nos versos “Quando estou nos braços teus / Sinto o mundo bocejar” e “Quando estás nos braços meus / Sinto a vida descansar”. Essas imagens reforçam a ideia de que o encontro amoroso é um refúgio onde o tempo desacelera e as preocupações desaparecem. A composição de Luiz Vieira, com influências do folclore nordestino e da música popular brasileira, ganha ainda mais delicadeza na regravação de Fagner, que utiliza arranjos suaves para intensificar o clima de ternura. Assim, a música se destaca como um convite ao cuidado mútuo, mostrando que o carinho pode transformar o cotidiano e permitir que até adultos se sintam leves, protegidos e livres para sonhar.
https://www.letras.mus.br/
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terça-feira, 20 de novembro de 2012
Prelúdio para ninar gente grande (Menino passarinho)
A bela canção “Prelúdio para ninar gente grande”, mais conhecida como “Menino passarinho” foi composta em 1962 por Luiz Vieira (1928-2020). O compositor teve a inspiração e compôs a canção enquanto fazia uma viagem de avião.
A música foi gravada no mesmo ano em que foi composta, pela cantora Dalva de Andrade (ouça adiante!).
Tornou-se conhecida popularmente como “Menino passarinho” em função do verso: “sou menino passarinho com vontade de voar“.
É uma canção sentimental, de letra meio pitoresca (“Quando estou nos braços teus / sinto o mundo bocejar”), mas que também sugere um clima místico-romântico acentuado pela interpretação contrita do autor, a melhor entre as várias versões gravadas.
https://museudacancao.blogspot.com/
Dalva de Andrade(1962)
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Infância e aconchego em “Preludio pra ninar gente grande (Menino passarinho)”
Em “Preludio pra ninar gente grande (Menino passarinho)”, Luiz Vieira explora o desejo de liberdade e leveza por meio da imagem do “menino-passarinho” com “vontade de voar“. Essa metáfora nasceu de uma experiência pessoal do artista durante uma viagem de avião, quando sentiu vontade de se libertar das amarras da vida adulta e resgatar a inocência da infância. O título da música já indica que o acalanto é direcionado aos adultos, sugerindo que todos, em algum momento, precisam de conforto e ternura, não apenas as crianças.
A letra cria um clima de aconchego, especialmente nos versos “Quando estou nos braços teus / Sinto o mundo bocejar” e “Quando estás nos braços meus / Sinto a vida descansar”. Nessas passagens, o contato afetivo com o outro traz paz e alívio das tensões do dia a dia. A metáfora do passarinho, recorrente na obra de Vieira, reforça a ideia de que o amor pode ser tanto um abrigo seguro quanto um impulso para buscar novos horizontes. Assim, a canção convida o ouvinte a reencontrar a leveza e a esperança, mesmo diante das responsabilidades da vida adulta.
https://www.letras.mus.br/
Sem dúvidas esta canção é apaixonante feita com a maestria do cantor e compositor preferido do tempo da minha adolescência.
Estou reiterando o meu comentário anterior sobre outra composição: ‘Menino de Braçanã” do poeta nordestino Luiz Vieira de sensibilidade auditiva até do cotidiano para ter se inspirado a bordo dos aviões “Vicker Viscount”, da Vasp. Segundo o especialista em aviação Lito de Sousa do site “aviões e musicas”, os motores daqueles aviões produziam um ruído semelhante a um “grito suave”, o que me permite imaginar que dai veio a inspiração do poeta com meus aplausos.
A belíssima e feliz canção de Luiz Vieira, possui um colorido muito vibrante ! Pois quando se tem um amor sincero a tranquilidade que nos passa é de tanta satisfação, que nos faz até bocejar ! Pelo outro lado, quando se tem.a reciprocidade, em idêntico momento, o sentimento cria asas e passamos a nos sentir como no despertar de uma manhã de sol, alegre e feliz como um ” menino passarinho” com.vontade de voar ! Sensacional canção ! Da vontade de também voar ! NOTE 10 !0
Diferente da canção com Luiz Vieira, essa versão com Dalva de Andrade, mostra o lado.feminino da mesma forma que a versão original ! Bem carinhosa.e vibrante !

