Sua estupidez
Um dos maiores destaques do álbum de 1969 de Roberto Carlos, “Sua estupidez” é uma da canções mais famosas do artista. Com influências da soul music estadunidense, “Sua estupidez” marca um período de transição do cantor, do repertório juvenil da Jovem Guarda à música romântica (ouça adiante!).
Em uma entrevista, Roberto Carlos diz que a letra era “um grito de alerta às pessoas que amam, mas vivem infelizes porque dão muito valor a detalhes insignificantes”. Na mesma entrevista, ele revela que a letra foi composta em uma manhã após uma noite chuvosa. “Acordei um pouco cansado de tudo, das coisas inúteis que passam a ser importantes para quem não entende nada do valor dos sentimentos. É horrível conviver com gente ‘emburrecida’ por qualquer coisinha”.
No livro “Roberto Carlos em Detalhes”, do historiador Paulo Cesar de Araújo, ainda foi revelado que a canção era um recado direto para Cleonice Rossi Martinelli, então esposa do cantor. Seus versos já anteviam o fim do matrimônio de Roberto e Nice, embora isso só viesse a ocorrer no final da década de 1970.
Para Lorraine Leu, a canção que combina “uma expressão do sonho e do desejo com petulância juvenil” e sua letra “está cheio de redundâncias de expressão coloquial e prestam-se soberbamente com a naturalidade e clareza de estilo vocal de Carlos”. Já Nelson Motta diz que “Sua estupidez” é a “melhor criação, de maior impacto” da carreira de Roberto Carlos no final da década de 1960.
Em 1971, a Gal Costa regravou a canção para um compacto simples, que se tornou um grande sucesso comercial (ouça adiante!). Além disso, a versão da cantora baiana sintetiza a agressividade e os desencontros sugeridos na letra.
Ainda naquele mesmo ano, uma nova versão foi gravada para seu álbum ao vivo “Fa-Tal – Gal, A todo vapor”. Uma terceira versão de Gal foi lançada em 1997, no álbum acústico da cantora baiana.
Extraído de http://pt.wikipedia.org/
Roberto Carlos(1969)
Gal Costa(1971)
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No programa “Ensaio” produzido por Fernando Faro em 1970, precedida por um depoimento de Tom Zé em explosiva declaração de amor, Gal Costa interpreta “Sua Estupidez” (veja e ouça adiante!), canção que entraria no show “Gal, a todo vapor”, e além de fazer parte do álbum ao vivo, seria, em primeira mão, gravada em estúdio, num compacto duplo de 1971.
Extraído de http://galcostafatal.blogspot.com.br/
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“Sua estupidez” é uma famosa canção romântica composta por Roberto Carlos e Erasmo Carlos, lançada em 1969 no álbum homônimo de Roberto Carlos e posteriormente regravada por grandes nomes da música brasileira como Gal Costa e Alcione.
Letra e Contexto da Música
A canção expressa o apelo de um eu lírico para que a pessoa amada acredite em um grande amor e não se deixe influenciar pela maldade alheia.
- Lançamento original: Ano de 1969, pelo cantor Roberto Carlos.
- Principais intérpretes: Roberto Carlos, Gal Costa e Alcione.
- Mensagem principal: Um apelo emocional que pede o uso da inteligência e da reflexão antes de tomar decisões impulsivas no amor.
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Conflito e apelo emocional em “Sua estupidez” de Roberto Carlos
“Sua estupidez”, de Roberto Carlos, aborda um conflito emocional marcado pela frustração diante da dificuldade da pessoa amada em perceber a sinceridade do sentimento oferecido. O uso repetido da palavra “estupidez” não é ofensivo, mas sim um alerta direto, como o próprio Roberto Carlos explicou: ele busca chamar a atenção para o risco de se deixar influenciar por detalhes insignificantes ou opiniões externas, evidenciado no verso “Não dê ouvidos à maldade alheia / E creia”. O tom da música mistura desabafo, carinho e exasperação, enquanto o eu lírico tenta convencer a outra pessoa de que o amor verdadeiro está sendo desperdiçado por inseguranças e desconfianças.
A canção foi composta em um momento delicado do relacionamento de Roberto Carlos com sua então esposa, Cleonice Rossi Martinelli, o que reforça o caráter pessoal e sincero da letra. O trecho “Quantos idiotas vivem só / Sem ter amor / E você vai ficar também sozinha / E eu sei por que” funciona como um aviso sobre as consequências de não valorizar o relacionamento, antecipando o possível fim do casamento. A influência da soul music americana aparece na intensidade emocional e na estrutura direta da canção. A repetição de “Meu bem, meu bem” destaca a tentativa de aproximação e diálogo. No fundo, “Sua estupidez” é um apelo para que o amor seja reconhecido e preservado, superando mal-entendidos e atitudes impulsivas, como reforçado em “Conte ao menos até três / Se precisar conte outra vez / Mas pense outra vez”.
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15 de abril de 2017
História por trás da canção: “Sua estupidez” de Erasmo e Roberto Carlos
Um dos maiores destaques do álbum de 1969 de Roberto Carlos, “Sua estupidez” é uma das canções mais famosas do artista. Com influências da soul music estadunidense, “Sua estupidez” marca um período de transição do cantor, do repertório juvenil da Jovem Guarda à música romântica.
Em uma entrevista, Roberto Carlos diz que a letra era “um grito de alerta às pessoas que amam, mas vivem infelizes porque dão muito valor a detalhes insignificantes.” Na mesma entrevista, ele revela que a letra foi composta em uma manhã após uma noite chuvosa. “Acordei um pouco cansado de tudo, das coisas inúteis que passam a ser importantes para que não entende nada do valor dos sentimentos. É horrível conviver com gente “emburrecida” por qualquer coisinha.”
No livro “Roberto Carlos Em Detalhes”, do historiador Paulo Cesar de Araújo, ainda foi revelado que a canção era um recado direto para Cleonice Rossi Martinelli, então esposa do cantor. Seus versos já anteviam o fim do matrimônio de Roberto e Nice, embora isso só viesse a ocorrer no final da década de 70.
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Conflito emocional e frustração em “Sua estupidez”
“Sua estupidez”, interpretada por Gal Costa, destaca-se por abordar o amor frustrado de forma direta e até agressiva, algo incomum nas canções românticas do período. O uso repetido da palavra “estupidez” evidencia a impaciência e o cansaço do eu lírico diante da pessoa amada, que não reconhece o sentimento verdadeiro. Em versos como “Não dê ouvidos à maldade alheia e creia / Sua estupidez não lhe deixa ver que eu te amo”, fica claro que a dificuldade em aceitar o amor é causada tanto pela influência negativa de terceiros quanto pela própria teimosia da pessoa.
A letra adota um tom melancólico e irônico, mostrando o desgaste emocional de quem insiste em um relacionamento que não avança por motivos considerados injustos. O apelo para que a pessoa “use a inteligência uma vez só” e “conte ao menos até três” sugere que, para o narrador, o amor deveria ser algo lógico e evidente. O trecho “Quantos idiotas vivem só / Sem ter amor / E você vai ficar também sozinha” reforça a ideia de que a solidão é resultado da própria resistência em aceitar o sentimento. A interpretação intensa de Gal Costa amplifica esse contraste entre o desejo de ser compreendido e a frustração diante da recusa, tornando “Sua estupidez” uma reflexão sobre os limites do amor persistente diante da incompreensão.
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Reflexão sobre autossabotagem e amor em “Sua estupidez”
“Sua estupidez”, interpretada por Alcione, aborda a auto sabotagem emocional que impede o reconhecimento do amor verdadeiro. A palavra “estupidez” não aparece apenas como ofensa, mas como um alerta para quem deixa inseguranças e influências externas atrapalharem a relação. O verso repetido “sua estupidez não lhe deixa ver que eu te amo” destaca como a falta de percepção e a dúvida podem afastar pessoas que se amam. Roberto Carlos, autor da música, já explicou que a canção chama atenção para o perigo de permitir que detalhes insignificantes prejudiquem relações importantes.
A letra expressa a frustração de quem ama e não é compreendido, evidenciando o sofrimento causado por mal-entendidos e pela influência de terceiros: “Não dê ouvidos à maldade alheia e creia“. O trecho “quantos idiotas vivem só sem ter amor, e você vai ficar também sozinha” alerta para o risco de perder uma relação valiosa por não superar as próprias dúvidas. O pedido para “usar a inteligência uma vez só” e “conte ao menos até três” sugere a importância de refletir antes de agir por impulso. O contexto da canção, possivelmente ligado ao fim do casamento de Roberto Carlos, traz um tom pessoal e sincero à letra. Na voz de Alcione, a música ganha ainda mais emoção, tornando-se um retrato das dificuldades de comunicação e das inseguranças que afetam a felicidade nos relacionamentos.
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difícil escolher uma…mas interpretação da Gal ficou magistral
Gal Costa, é incomensuravel e tornou a música sucesso….
Esta bela composição da dupla Roberto e Erasmo Carlos “Sua Estupidez” inspirada num período crítico do relacionamento do RC, com sua mulher Nice é o “retrato falado” de muitos relacionamentos contubardos. Entre tantos versos eu cito: “Quantas vezes eu tentei falar que no mundo não há mais lugar pra quem toma decisões na vida sem pensar”. Quem nunca tomou decisões na vida sem pensar num relacionamento.(?!). Como de hábito nos meus comentários eu sempre priorizo o criador/criatura e não é diferente quando se trata do “Rei da Jovem Guarda”, que fez parte da minha geração musical chamada por alguns de: “Cabelos longos e ideias curtas” que eu retifico sempre para: “Cabelos longos e ideias não tão curtas”, ante a beleza das canções que embalaram aquela geração que ainda hoje me trás uma ponta de saudades. Apesar de não constar das gravações neste repertório elencadas no Qual Delas eu recomendo a bela e doce voz da atriz Sophie Charlote no Especial do Rei de 2014 no YouTube. Um dueto excepcional que eu aplaudo. Gostei muito da gravação da Gal Costa, mas como na minha ótica “quem é Rei sempre será majestade” eu escolho a gravação do autor na parceria com seu amigo de fé o inimitavel: “Roberto Carlos” (1969).
A canção ficou bem na voz de Gal Costa.
A canção ficou bem na voz de Gal Costa cantou sem sofrer muito como Roberto.

